segunda-feira, 18 de junho de 2012

Entrevista com Max Macedo


Entrevista com Max Macedo




Introdução:

Apresentação Pessoal

Max Mendes Macedo

- Médico Veterinário formado pela UFMG em 2000

- 1° Tenente da Reserva do Exército Brasileiro – Chefiou o Canil da 4° Companhia de Polícia do Exército de 2001 a 2008

- Treinador de cães de trabalho desde 1992

- Figurante de cães de trabalho desde 1994

- Criador de Pastores Alemães de linhagem de trabalho desde 1997, pelo sufixo “Sadonana” (www.canilsadonana.com.br)

- Condutor de Cães de Detecção de Explosivos formado pela Secretaria nacional de Segurança Pública – SENASP / Embaixada dos Estados Unidos em 2005

- Campeão Brasileiro IPO 1 em 2000

- Figurante dos Campeonatos Brasileiros de 1998, 1999, 2003 e 2005, e, do 1° campeonato Brasileiro do CBKC 2012

- Atualmente proprietário da empresa Companhia de Cães, prestadora de serviços na área de segurança pública e privada com cães (www.ciacaes.com.br e www.adestreseucao.com.br)

Como competidor IPO 3 conquistou os seguintes títulos:

- 3° Lugar no Campeonato Brasileiro 2009

- Melhor Faro do Campeonato Brasileiro 2009 (94 pts)

- Vice Campeão da 1° Seletiva Brasileira para o Campeonato Mundial WUSV 2011

- Melhor Proteção da 1° Seletiva Brasileira para o Campeonato Mundial WUSV 2011 (95 pts)

- Melhor Proteção do Campeonato Brasileiro e Latino Americano (COAPA) 2011 (97 pts)

- Melhor Obediência do Campeonato Brasileiro 2012 (92 pts)

- Melhor Proteção do Campeonato Brasileiro 2012 (100 pts)



 Quando começou a praticar esportes com os cães?

- Conheci esse universo em 1992, quando comecei a freqüentar com meu cão, Apache, as sessões de treinamento da Sociedade Mineira Cães Pastores Alemães, aos sábados. Em 1993 assisti pela primeira vez um Campeonato Brasileiro, aqui em Belo Horizonte, e, no mesmo ano ainda, disputei minha primeira prova pelo ranking mineiro.

Em 1994, ainda com meu cão Apache, disputei meu primeiro Campeonato Brasileiro, e já no início de 1995 fiz a primeira prova de IPO 3 com ele, onde fui reprovado apenas no faro, na última reta...

O Apache foi meu grande início, e disputei com ele até 1997 (vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=nfof7pPXGFQ&feature=relmfu ).

 Qual esporte com cães você pratica e quais seus reais interesses neste esporte?.



Pratico o Schutzhund, atualmente chamado IPO. Pratico-o por hobby, por paixão, e porque me confere um desenvolvimento técnico ímpar para minha profissão, que é a de treinar cães para atividades de segurança e policiais.



 Você praticaria outro esporte com cães?



Particularmente não.



 Você utiliza o Pastor Alemão, por quê?



Porque é a raça de minha paixão, isso vem de infância, quase que talvez um “imprinting” feito pelo meu pai (rss). Contudo, hoje, conscientemente, é porque acredito nessa raça, pelo tipo de agressividade, estabilidade nervosa e dureza.



 Qual sua maior e melhor conquista nestes anos todos como esportista?



É muito difícil responder isso, não tenho uma carreira esportiva tida como vitoriosa, na verdade foram muito mais fracassos do que sucessos, e, dos sucessos que tive, cada um teve seu momento e gostinho particular.

Quando venci o IPO 1 em 2000, foi muito emocionante; era um tempo diferente, eu era apenas um garotão, o grau mais competitivo nessa época era o IPO 1, pois poucos chegavam ao IPO 3. Para se ter uma idéia, até 1997, a categoria mais disputada em um Campeonato Brasileiro era o CA (APR atualmente), e, no campeonato Brasileiro de 1995 chegaram a competir só nessa categoria 42 cães! Essa vitória foi meio que um grito de desabafo. De um lado porque minha atividade no treinamento até a época e até um ou dois anos depois era muito difícil; eu era estudante, não tinha um carro, equipamentos, e não tinha condições de treinar direito, principalmente o faro. Por outro lado, como eu era muito jovem, oriundo de classe média, universitário, e apresentando conceitos de treinamento totalmente diferentes dos praticados no Brasil até então, e uma visão esportiva do adestramento, muito diferente do que se via até aquela época, que era uma visão meramente profissional, por isso a cobrança em cima de mim era muito grande, e, devido as dificuldades relatadas acima, os resultados não vinham conforme o esperado. Por isso essa vitória foi especial.

Tive outras vitórias, algumas delas relatadas no meu currículo acima, mas, agora em 2012, o Agent, aos sete anos e meio de idade, me deu uma alegria especial ao conquistarmos os troféus de Melhor Obediência e Melhor Proteção do Campeonato Nacional de Adestramento do Pastor Alemão, sendo que, sua proteção marcou 100 pontos! Apesar de não ter me afastado do treinamento de cães, eu tive que me afastar um pouco do esporte durante meu período no Exército (2001 a 2008), que me limitava o tempo e as viagens, e, ainda passei por uma cirurgia no cérebro no ano de 2007 que praticamente me afastou por um ano de qualquer atividade. A partir de 2008, com a saúde recuperada e já cumprido meu tempo na caserna, fui retornando gradativamente as competições, montei meu Centro de Treinamento, e, cada vez estou mais dedicado ao esporte. Esses resultados com o Agent tem sido o início da coroação mais concreta desse trabalho.

http://www.youtube.com/watch?v=X1dY4KWsq7Q

http://www.youtube.com/watch?v=A2ULBOBjVXA

http://www.youtube.com/watch?v=73TIBMD-1S0

http://www.youtube.com/watch?v=7A9smOcDM2M

 Você já representou o Brasil lá fora?



Sim, em 2009, no Campeonato Mundial WUSV em Krefeld, Alemanha. Na verdade fui selecionado também para o de 2011, em Kiew, na Ucrania, mas por problemas burocráticos no Consulado da Ucrania no Brasil, meu visto só foi liberado quando o campeonato já havia começado, e por isso não viajei.



 Como foi sua experiência em representar o Brasil em Campeonato Mundial?



É uma experiência ímpar, como falei, das duas vezes que fui selecionado só consegui competir uma.

Em Krefeld, 2009, infelizmente meu desempenho foi ruim. Na verdade, não fui com intuito de competir, tinha consciência disso; foi um grande aprendizado. A minha cadela, Avis, não era uma competidora. Ela foi titulada na Alemanha, apenas para reproduzir, teve uma carreira reprodutiva por lá e na Dinamarca, veio para o Brasil prenhe, pariu e, com 6 anos de idade e menos de 3 meses da ninhada desmamada disputou o Campeonato Brasileiro, onde ficou em 3° Lugar, conquistou o Troféu de Melhor Faro do Campeonato (ela era realmente uma grande farejadora), e foi selecionada para representar o Brasil. Após isto (julho de 2009), as nossas condições climáticas e de solo estavam muito hostis, especialmente aqui onde moro, que é uma região ferrífera. Como eu não poderia viajar antecipadamente para treinar na Europa, tive que treinar por aqui mesmo, e ela se ressentiu das dificuldades dos treinamentos, cada vez maiores. Desembarquei na Alemanha faltando 9 dias para o campeonato, sozinho, sem nenhum apoio para treinar, e, consegui em poucos treinos melhorá-la um pouco no faro. No campeonato ela fez uma boa pista, 87 pontos, mas não tudo que ela poderia. Na obediência ela fez 73 pontos e na proteção foi reprovada, com 50 pontos. Realmente ela não foi preparada para isto, e não tinha forma física nem preparação técnica adequada para um nível de exigência desses. Só quem disputa um mundial tem a verdadeira noção do que estou falando.

http://www.youtube.com/watch?v=zAs2PDm0Yt4

O nível de exigência é muito alto, e, mesmo eu que sempre fui um juiz considerado muito exigente no Brasil, me vi cometendo erros na minha apresentação que eu não poderia cometer. Foi uma grande escola.

Em 2011, quando fui selecionado para o Mundial de Kiew, Ucrania, aí sim eu tinha em mãos um competidor, Agent vom Wolfsheim, que apesar da idade, quase 7 anos, havia sido formado a vida inteira para estar na ponta, por um dos mais expressivos treinadores da Alemanha, Nico Kertzinger; além disso eu já tinha outra maturidade como competidor. Infelizmente não consegui embarcar, devido a burocracia e má vontade do Consulado Ucraniano, não obstante eu ter entrado com toda documentação nos prazos previstos, com bastante antecedência, sempre alguma regra era alterada, e, a morosidade dos trâmites fez com que meu visto de entrada no país, mesmo com o convite oficial de competidor, saísse somente no dia do início do campeonato, após o treino oficial.



 Qual a sua crença com relação aos métodos de ensino?



Não defendo nenhuma metodologia, não gosto das idolatrias a determinados treinadores e sistemas, para mim isso é apenas uma maneira que esses treinadores, na grande maioria realmente muito bons, tem de, vender seminários, cães, equipamentos etc.

O que acredito é que temos que ter um profundo conhecimento de comportamento e sua aplicação, termos uma infinidade de cartas na manga e habilidade para lidar com elas e responder adequadamente durante o treinamento, e, treinar, treinar e treinar, sempre objetivando a prova. O treinador que não faz prova treina em falso, porque ele não é adequadamente avaliado, e por isso não tem como evoluir.

Quanto ao aprendizado, creio que quanto mais motivado for, melhor é a capacidade de aprendizado do indivíduo, e, mais longe ele irá, mas, sem a correta dose de compulsão no momento adequado também não se chega a lugar nenhum quando se objetiva a performance.



 Qual foi o seminário que mais valeu a pena?



Todos. Participei de seminários com Werner Rapien, Werner Bharing, Jan Kokx (uns 6, além de treinar com ele na Alemanha por bons períodos em duas oportunidades), Ronny van den Berghe e Lars Lentz. Todos eles foram muito importantes para cada fase e estágio em que eu me encontrava.



 Como você evoluiu nestes últimos anos como condutor e treinador?



A evolução é constante e em curva exponencial, cada treino eu me sinto melhor que no treino anterior, e, normalmente, tenho vergonha hoje de um vídeo de treino que fiz ontem.



 Qual a fase mais fácil em sua opinião? Por quê?



Não tem mais fácil ou mais difícil, o que acho é que devido as nossas condições climáticas, de solo, grandes distâncias e estradas ruins, o faro é nossa maior dificuldade, mas, apenas por isso, caso contrário, como na Europa, é uma sessão como as demais.




 Qual a relação entre o esporte e a criação?



O IPO é uma espetacular ferramenta e meio de seleção para uma raça de trabalho; mas, não pode ser encarado como a única.

Na verdade, o IPO, tem 3 finalidades básicas:

01- Meio de seleção

02- Meio de desenvolvimento de técnicas de treinamento

03- Esporte competitivo, sob o ponto de vista social e humano



No IPO o grau de exigência é muito grande, o cão precisa ser robusto, atlético, necessita ter excelente saúde geral e articular, e especiais atributos mentais como inteligência, treinabilidade, cooperatividade, estabilidade nervosa, agressividade, capacidade e disposição para farejar, autocontrole etc. O importante é saber usar a ferramenta IPO, pois, muitos cães podem ser “mascarados” dentro de um campo de provas, como qualquer outro esporte canino.



 Como você escolhe um filhote?

Primeiramente pelo pai e mãe, depois pelos tios e avós, depois pelos irmãos de outras ninhadas (se for possível), ou seja, primeiramente eu preciso conhecer bem a família, suas qualidades e seus problemas.

Em segundo lugar eu olho o filhote em si, sempre tentando observar se consigo perceber nele as características desejáveis encontradas na sua família, como traços comportamentais, autoconfiança, e por ultimo, os impulsos para o pano, bola e para a comida.

Eu, particularmente, não gosto dos “testes enlatados”, prefiro a percepção subjetiva, o “feeling”, a intuição, e o acompanhamento do desenvolvimento da ninhada e de cada filhote, sempre tendo em mente seus parentais.

 Qual seu ponto de vista da relação entre a educação do cão e confiança com o dono?



É a base para o aprendizado, se durante a fase do “imprinting” o cão não for exposto adequadamente ao ser humano, ele não será adequadamente estampado, e por conseguinte tudo será mais limitado em seu desenvolvimento cognitivo para nossos propósitos.

A propósito, o “imprinting” é uma fase especial, imprescindível e irrecuperável, caso não se aproveite esta fase, a lacuna deixada será um problema no futuro, e, o nome “imprinting” tem sido completamente erroneamente utilizado, como se fosse uma forma de se ensinar exercícios básicos a filhotes, o que, definitivamente não é, esse termo, “imprinting”, que é traduzido para o português como “estampagem”, é um termo científico, estabelecido por Konrad Lorenz (Prêmio Nobel de Medicina de 1974), que designa basicamente uma fase especial de exposição a uma imagem de um indivíduo de determinada espécie, e a estampagem do jovem para aquela espécie, ou seja, o filhote terá estampado indelevelmente a partir de então a que espécie ele pertence; e, essa fase de ocorrência é circunscrita em uma idade, que é diferente de espécie para espécie (espécie-específica). Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o assunto, de maneira científica e não pelas vias distorcidas, recomendo os livros “A Agressão “ e “E o homem encontrou o cão”, ambos de Konrad Lorenz, e, vários outros trabalhos desencadeados a partir do trabalho original do professor Lorenz, facilmente encontrados na internet com esse nome.



 Como ou o quê você faz no dia a dia com seu cão?



Treino em média 2 seções por dia, havendo dias que treino 3 vezes, em horários diferentes dos treinos passeio, brinco, levo para nadar.



 Como manter o equilíbrio entre a motivação e concentração?



Uma boa base de motivação com uma boa dose de compulsão no momento adequado. Como cita Helmut Raiser em seu livro Der Schutzhund (1979): “Não existe treinamento completo sem qualquer uso de compulsão; o treinador habilidoso sabe, contudo, administrá-la na dose e na direção correta.”



 Como você define um bom Cão para o esporte e sua relação com a mordida de boca cheia?



Muito se fala sobre mordida, muitas pessoas talvez pensem que a exigência de uma mordida cheia seja meramente regulamentar, estética, modal etc, mas não é, devemos observar e desejar a mordida valorizada pelos regulamentos sob dois aspectos:

1° - Mecanicamente – A mordida cheia e forte gera um efeito mecânico de imobilização maior do que uma de ponta de boca, e está menos passível de ser perdida;

2° - Comportamentalmente – Muito mais importante que o primeiro aspecto (mecânico), a mordida deve ser encarada como um termômetro do que passa na mente do cão. Uma mordida cheia, forte e estável, nos diz que o cão está no balanço adequado dos seus impulsos, que ele se sente bem e domina a situação, que o comportamento de fuga está em um limiar mais distante para ele.



 Comente um pouco sobre o “Agent”!



Um grande cão! Agent vom Wolfsheim é considerado por muitos na Alemanha um dos melhores cães já nascidos na Alemanha. É um cão muito inteligente, extremamente treinável e cooperador, com excepcionais impulsos nas três seções, com uma excelente agressividade aliada a uma grande estabilidade nervosa, mordidas sempre cheias e fortes, e para completar, com uma velocidade absurda de entradas na proteção, sempre da mesma forma, com qualquer figurante e em qualquer situação, velocidade esta que aumenta quanto mais pressão lhe é imposta pelo figurante;

Agent foi um cão bem sucedido não só em competições, mas na reprodução é um cão diferenciado; em 2011 ele foi o 2° reprodutor mais importante do Campeonato Alemão, ou seja, foi o 2° reprodutor a colocar mais filhos disputando o campeonato, perdendo apenas para o grande Ellute Mohnwiese, que por sinal, é cerca de 6 anos mais velho que o Agent.

Hoje tenho alguns filhos e filhas do Agent treinando comigo, com uma qualidade e homogeneidade impressionantes. O meu filhote, Max do Sadonana, aos 8 meses:



Obediência: http://www.youtube.com/watch?v=IQF7E1BMCmk&feature=relmfu

Proteção: http://www.youtube.com/watch?v=jBvsHOb-X68&feature=relmfu



 Qual o conselho você pode dar aos jovens que estão iniciando no esporte?



Caso tenham pretensões de progredir como competidores ou figurantes, que levem o esporte a sério, que sejam humildes, que não se prendam a ídolos, não existem homens ou mulheres que detém o poder do conhecimento, o conhecimento está por aí, livremente, e só depende de ser adequadamente filtrado e utilizado. Todo ano surge um treinador diferente com grandes qualidades, não existe O MELHOR, e sim OS BONS, e, como dizíamos no Exército: “... nada se cria, tudo se copia.”, então, não há nenhum mestre absoluto que não tenha aprendido com alguém, e que domine exclusivamente o conhecimento.



 Como você acredita que será o futuro do esporte no Brasil?

Tenho muitas esperanças, evoluímos incrivelmente nos últimos 20 anos, hoje possuímos um pequeno, mas excelente plantel de fêmeas e machos, de nível mundial mesmo; temos treinadores talentosos, que tem se dedicado, se esforçado e desenvolvido muito. Creio que a tendência é só melhorar.

Um grande indicativo do melhoramento técnico é podermos observar a mudança do perfil dos competidores e freqüentadores das provas e dos ambientes do esporte. Hoje podemos ver, ao contrário do que alguns diziam, um aumento do número de pessoas no meio, com maior diversidade de origens, e muitos jovens, inteligentes, mais bem preparados, com uma cabeça mais aberta, e com uma visão hobbista do esporte, que treinam e conduzem seus próprios cães, mesmo entre os profissionais. Quando eu comecei, praticamente a totalidade dos que apresentavam cães em prova eram profissionais com visão profissional, ou seja, apresentavam de outros proprietários nas provas, que muitas vezes nem conviviam com seus próprios cães, nem iam as provas assistirem sua apresentação.

Para que eu não seja mal interpretado, é importante salientar que esse período que antecedeu essa geração atual não pode ser esquecido ou desmerecido, caso esses antigos treinadores não existissem nós não estaríamos aqui, e devemos nosso respeito a eles pela existência atual do nosso esporte no Brasil. Eles labutavam em uma época que não existia comunicação, internet, vídeos, seminários, bons cães etc. Devemos um grande tributo a treinadores como o Alberto Tran (quem mais formou IPO 3 na América Latina em todos os tempos, que eu me recordo, uns 8), João Teixeira (Joãozinho, que também formou vários IPO 3), Rodolfo Tran, Ascindino Alkmin (Sindú), Nelson Pedrosa (o primeiro brasileiro a disputar um mundial, em Münster, Alemanha, 1988), Lacerda, Cardoso entre outros; a eles meus sinceros agradecimentos.





Muito obrigado Max pela entrevista!

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